Adeus Ano Velho
Ano de mudanças, ano que aprendi muita coisa....muitas aprendidas da maneira mais calma e sutil, outras com raiva e choro; mas aprendizados, sempre bons aprendizados.
Comecei a estudar e trabalhar com aquilo que gosto, é, esse ano não fui a garota dúvida do ano passado, que arrancava os cabelos entre um exercício e outro ou do cursinho, ou da academia. Academia essa que eu parei esse ano, e lamento a cada dia por isso, mas depois que parei pra não acabar de vez com o meu joelho, fiquei sem ter voltar (primeiro por grana, agora por tempo). No entanto, se alguns prazeres me foram tirados, outros surgiram.
Passar o dia inteiro dentro de uma sala fechada, na frente de um computador não é uma das melhores coisas do mundo, mas me dá um prazer inigualável de manhã cedo, ao acordar, me arrumar e ir para a rua. Prazer que é aumentado quando sinto a vibração da moto e ouço o primeiro ronco do motor.
Aliás, descobri que eu sou a pessoa mais ridícula do mundo enquanto dirijo. De carro, eu ignoro todo mundo. De moto, eu continuo ignorando todo mundo. É, eu me sinto a última cocada do tabuleiro, e ainda faço cara de nojo pra fazer com que todo mundo olhe pra mim. É bom reparar que estão olhando. Só não olha demais, aí já irrita!! Pelo jeito eu continuo complicada.
Também percebi uma coisa no trânsito, e isso me deixa um tanto quanto frustrada; eu não sei xingar! A pessoa que mais fala palavrão, não sabe xingar! Eu chamo todo mundo de tio e sou super delicada pra falar "Tá louco?". O pior de tudo é que ainda penso antes de falar qualquer coisa. Eu acabo ficando brava comigo mesma, e vou embora. É o jeito, né?
Descobri que a gente não pode ter tudo que quer, que cada momento deve ser aproveitado ao máximo, cada beijo ser beijado com o máximo de intensidade, cada abraço ser o mais apertado possível, cada cheiro virar uma lembrança, cada gesto um toque de carinho. Falar o quanto gosta, sempre; por mais raiva que sinta na hora, mas sabe que no fundo não consegue esquecer o quanto ama a pessoa. Não vale a pena sentir rancor, mágoa, tristeza; aqueles com quem estamos chateados, não estão muito preocupados se não dormimos a noite pensando neles. E se não se importam comigo, por quê eu vou me importar?
Aliás, ano que eu chorei demais, pelos mais diversos motivos. Cada ano que passa eu viro mais manteiga derretida. Antigamente eu tinha vergonha de chorar, hoje eu sinto vergonha de não demonstrar.
Foi um grande ano, que eu devo agradecer por cada bom momento, e deixar no mar, no último dia do ano, os momentos ruins. Deixa levar, deixa ir embora...eles passam, eu não!
Metas?
Ser feliz, acima de tudo
e parar de me preocupar tanto, por mais que eu me sinta responsável por tudo, por mais que eu goste de entender perfeitamente como e porque tudo aconteceu ou deixou de acontecer.
O que é pra ser meu, vai ser.
Comecei a estudar e trabalhar com aquilo que gosto, é, esse ano não fui a garota dúvida do ano passado, que arrancava os cabelos entre um exercício e outro ou do cursinho, ou da academia. Academia essa que eu parei esse ano, e lamento a cada dia por isso, mas depois que parei pra não acabar de vez com o meu joelho, fiquei sem ter voltar (primeiro por grana, agora por tempo). No entanto, se alguns prazeres me foram tirados, outros surgiram.
Passar o dia inteiro dentro de uma sala fechada, na frente de um computador não é uma das melhores coisas do mundo, mas me dá um prazer inigualável de manhã cedo, ao acordar, me arrumar e ir para a rua. Prazer que é aumentado quando sinto a vibração da moto e ouço o primeiro ronco do motor.
Aliás, descobri que eu sou a pessoa mais ridícula do mundo enquanto dirijo. De carro, eu ignoro todo mundo. De moto, eu continuo ignorando todo mundo. É, eu me sinto a última cocada do tabuleiro, e ainda faço cara de nojo pra fazer com que todo mundo olhe pra mim. É bom reparar que estão olhando. Só não olha demais, aí já irrita!! Pelo jeito eu continuo complicada.
Também percebi uma coisa no trânsito, e isso me deixa um tanto quanto frustrada; eu não sei xingar! A pessoa que mais fala palavrão, não sabe xingar! Eu chamo todo mundo de tio e sou super delicada pra falar "Tá louco?". O pior de tudo é que ainda penso antes de falar qualquer coisa. Eu acabo ficando brava comigo mesma, e vou embora. É o jeito, né?
Descobri que a gente não pode ter tudo que quer, que cada momento deve ser aproveitado ao máximo, cada beijo ser beijado com o máximo de intensidade, cada abraço ser o mais apertado possível, cada cheiro virar uma lembrança, cada gesto um toque de carinho. Falar o quanto gosta, sempre; por mais raiva que sinta na hora, mas sabe que no fundo não consegue esquecer o quanto ama a pessoa. Não vale a pena sentir rancor, mágoa, tristeza; aqueles com quem estamos chateados, não estão muito preocupados se não dormimos a noite pensando neles. E se não se importam comigo, por quê eu vou me importar?
Aliás, ano que eu chorei demais, pelos mais diversos motivos. Cada ano que passa eu viro mais manteiga derretida. Antigamente eu tinha vergonha de chorar, hoje eu sinto vergonha de não demonstrar.
Foi um grande ano, que eu devo agradecer por cada bom momento, e deixar no mar, no último dia do ano, os momentos ruins. Deixa levar, deixa ir embora...eles passam, eu não!
Metas?
Ser feliz, acima de tudo
e parar de me preocupar tanto, por mais que eu me sinta responsável por tudo, por mais que eu goste de entender perfeitamente como e porque tudo aconteceu ou deixou de acontecer.
O que é pra ser meu, vai ser.
