Será que é assim?
Tem horas que a gente tem que parar para pensar
Pensar se age do jeito errado, ou os outros que vêem errado....analizar cada momento, cada situação; colocar sobre a mesa cada gesto, palavras e situação, e refletir se faz bem continuar dessa maneira
Não pelo outros, a gente nunca vai conseguir agradar o mundo 100%. Mas para conviver de maneira mais harmoniosa com a parte que queremos mais bem do que as outras.
Já pensei ser intransigente demais, agressiva demais e difícil de lidar. Lágrimas passadas e vi que não é porque esse é o meu jeito, mas a condição que eu tenho agora me torna excessivamente dessa maneira à vista de outros.
Tem horas que o que eu queria era fugir, mas me esconder significa dar a vitória aos outros. Não, não é questão de ganhar ou perder, é questão de me manter como me conheceram e mostrar que podem lidar com essa pessoa pacificamente. E por mais que eu tenha que apertar a mesma tecla trezentas vezes, é isso que vou precisar fazer, porque de nada adianta montar um manual se ninguém o lê...o jeito é começar dar apitos de erro e mostrar qual o caminho que já acertaram uma vez, mas atualmente não estão vendo que era este o jeito que eu era ontem, que sou hoje e vou continuar sendo amanhã.
Se já aprenderam a conviver com esse jeito uma vez, por que não tentar novamente?
E aí que eu volto na minha atual condição.....é complicado carregar um "prenome" que nunca esteve vinculado ao meu real nome, mas que a partir de determinado momento, passou a exercer tal força que o resto não vale absolutamente nada, ou melhor, vale; ações tomam o dobro dos resultados, tal como o caso de goleiros...se defendem, não fazem mais do que a obrigação; se deixam o gol acontecer, são os culpados. O que ninguém enxerga é que tudo é reflexo do grupo, a maneira como os outros exergam os demais dentro do seu círculo, faz com que andem bem ou mal.
Obviamente é sempre mais fácil jogar nas costas de uma única pessoa, e de preferência aquela que se destaca frente aos outros....não dentro do grupo, mas sob o olhar dos outros; aquele que vai mostrar quem todos são, aparecendo sozinho. Uma representação, nada mais do que isso.
Porém é incrível que como esse representante acaba sendo o alvo de todos os membros do grupo, mesmo que tenha sido escolhido por eles. Dá-se o título e depois pisoteia-se o indivíduo.
Inclusive, nesse momento terrível de apedrejamento todos já vem combinados e prontos para atacar juntos. Não existe um momento a sós com o "culpado pelo fracasso"...parece mais conveniente juntar as armas e atacar quem está desprotegido, do que sentar e conversar diretamente com a pessoa. É claro que se essa pessoa ver que as conversas se tornam constantes e com várias pessoas, cada uma em sua "hora de acerto de contas", o "alvo" vai parar para pensar o que afinal errou....e é bem capaz que esteja mesmo errado.
Todavia, no meu ponto de vista, os incomodados se reunirem para conversar sobre o assunto e depois alvejarem o réu unidos, pode acabar levando palavras que não existem à boca de outrem. Alguém que só tinha uma pequena reclamação, acaba tomando as dores do resto e aquela se torna a opinião universal, que em outras palavras pode ser vista como "a verdade"
Não quero dizer que eu estou certa e os outros estão errados. Somente o modo como os fatos acontecem é que mudam a maneira que irei digerir cada palavra.
Eu erro, claro. Porém prefiro que cada um converse a sós comigo e no momento que está acontecendo o conflito, do que parar para analizar a situação, pegar a opinião dos outros e por fim atacarem todos juntos.
Sou forte sim, e sei que passo isso para quem convive comigo; entretanto não sou robotizada e meu coração bate apertadinho em tais situações. Espero resolver isso logo e respirar aliviada daqui um tempo, contudo pretendo manter um pé atrás e ser mais passiva.
Pensar se age do jeito errado, ou os outros que vêem errado....analizar cada momento, cada situação; colocar sobre a mesa cada gesto, palavras e situação, e refletir se faz bem continuar dessa maneira
Não pelo outros, a gente nunca vai conseguir agradar o mundo 100%. Mas para conviver de maneira mais harmoniosa com a parte que queremos mais bem do que as outras.
Já pensei ser intransigente demais, agressiva demais e difícil de lidar. Lágrimas passadas e vi que não é porque esse é o meu jeito, mas a condição que eu tenho agora me torna excessivamente dessa maneira à vista de outros.
Tem horas que o que eu queria era fugir, mas me esconder significa dar a vitória aos outros. Não, não é questão de ganhar ou perder, é questão de me manter como me conheceram e mostrar que podem lidar com essa pessoa pacificamente. E por mais que eu tenha que apertar a mesma tecla trezentas vezes, é isso que vou precisar fazer, porque de nada adianta montar um manual se ninguém o lê...o jeito é começar dar apitos de erro e mostrar qual o caminho que já acertaram uma vez, mas atualmente não estão vendo que era este o jeito que eu era ontem, que sou hoje e vou continuar sendo amanhã.
Se já aprenderam a conviver com esse jeito uma vez, por que não tentar novamente?
E aí que eu volto na minha atual condição.....é complicado carregar um "prenome" que nunca esteve vinculado ao meu real nome, mas que a partir de determinado momento, passou a exercer tal força que o resto não vale absolutamente nada, ou melhor, vale; ações tomam o dobro dos resultados, tal como o caso de goleiros...se defendem, não fazem mais do que a obrigação; se deixam o gol acontecer, são os culpados. O que ninguém enxerga é que tudo é reflexo do grupo, a maneira como os outros exergam os demais dentro do seu círculo, faz com que andem bem ou mal.
Obviamente é sempre mais fácil jogar nas costas de uma única pessoa, e de preferência aquela que se destaca frente aos outros....não dentro do grupo, mas sob o olhar dos outros; aquele que vai mostrar quem todos são, aparecendo sozinho. Uma representação, nada mais do que isso.
Porém é incrível que como esse representante acaba sendo o alvo de todos os membros do grupo, mesmo que tenha sido escolhido por eles. Dá-se o título e depois pisoteia-se o indivíduo.
Inclusive, nesse momento terrível de apedrejamento todos já vem combinados e prontos para atacar juntos. Não existe um momento a sós com o "culpado pelo fracasso"...parece mais conveniente juntar as armas e atacar quem está desprotegido, do que sentar e conversar diretamente com a pessoa. É claro que se essa pessoa ver que as conversas se tornam constantes e com várias pessoas, cada uma em sua "hora de acerto de contas", o "alvo" vai parar para pensar o que afinal errou....e é bem capaz que esteja mesmo errado.
Todavia, no meu ponto de vista, os incomodados se reunirem para conversar sobre o assunto e depois alvejarem o réu unidos, pode acabar levando palavras que não existem à boca de outrem. Alguém que só tinha uma pequena reclamação, acaba tomando as dores do resto e aquela se torna a opinião universal, que em outras palavras pode ser vista como "a verdade"
Não quero dizer que eu estou certa e os outros estão errados. Somente o modo como os fatos acontecem é que mudam a maneira que irei digerir cada palavra.
Eu erro, claro. Porém prefiro que cada um converse a sós comigo e no momento que está acontecendo o conflito, do que parar para analizar a situação, pegar a opinião dos outros e por fim atacarem todos juntos.
Sou forte sim, e sei que passo isso para quem convive comigo; entretanto não sou robotizada e meu coração bate apertadinho em tais situações. Espero resolver isso logo e respirar aliviada daqui um tempo, contudo pretendo manter um pé atrás e ser mais passiva.
